Pois é, adoro São Paulo...e já não ia à essa cidade que eu amo há um bom tempo. Mas agora, senhoras e senhores, amigos, amigas, leitores, minha amiga Macá, do blog Agenda Ilustrada está organizando tudo para que eu faça um bate papo sobre maturidade e menopausa com as mulheres de Sampa, agora, no final de setembro.
Preparem-se e já anotem na agenda...Última semana de setembro, Café com Glorinha em Sampa!
Confirmarei a data e o local ainda esta semana!
São Paulo, querida, aqui vou eu!
Brasil, me aguarde!
Como diz minha sábia amiga, a Elara do meu livro: "Vou comendo o mingau pelas beiradas"...e atingindo meus objetivos. Com muitas dificuldades, mas também com muita solidariedade e muita ajuda dos amigos.
E também com a perseverança e a obstinação que são minhas marcas pessoais.
Que os deuses da escrita sempre me acompanhem e me inspirem aonde quer que eu vá.
"Alguma coisa acontece no meu coração
Que só quando cruza a Ipiranga e a Avenida São João..."
*Música Sampa de Caetano Veloso*
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Lançamento de Livro!
Dia 10 de setembro, no próximo sábado, meu amigo Rodolfo do blog Sete Ramos de Oliveira estará lançando seu primeiro e tão esperado livro, no Shopping Ilha Plaza, das 14 às 18 hs. Convite aqui.
Infelizmente não poderei estar presente, mas gostaria de convidar à todos os amigos e leitores para conhecer, não só a obra, O Outro Nome da Rosa, mas também a este homem inteligente, espirituoso e com o dom da escrita que é o Rodolfo, admirado por todos os que o conhecem ou o conheceram de perto, como eu!
Boa Sorte, amigo Rodolfo! Que os Deuses da Escrita te iluminem e continuem a te abençoar com este dom maior!
Sucesso! Quando fizer o lançamento em Niterói, estarei lá, na fila de autógrafos!
Beijo grande!
Infelizmente não poderei estar presente, mas gostaria de convidar à todos os amigos e leitores para conhecer, não só a obra, O Outro Nome da Rosa, mas também a este homem inteligente, espirituoso e com o dom da escrita que é o Rodolfo, admirado por todos os que o conhecem ou o conheceram de perto, como eu!
Boa Sorte, amigo Rodolfo! Que os Deuses da Escrita te iluminem e continuem a te abençoar com este dom maior!
Sucesso! Quando fizer o lançamento em Niterói, estarei lá, na fila de autógrafos!
Beijo grande!
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Dia Da Nação Chamada Brasil
Que tal toda a blogosfera aderir a essa bandeira hoje?
Para que o Brasil se enxergue como Nação!
Todos unidos contra a corrupção!
Que o nosso povo tenha educação, saúde e trabalho dignos!
Que os corruptos sejam punidos e a derrama de dinheiro público se extingua de uma vez por todas e vá para o seu lugar de direito e não mais acabe caindo nos bolsos dos ladrões insaciáveis e seus asseclas!
Não haverá ParTido que nos cale!
Imprensa livre! Liberdade de expressão!
Que o povo aprenda a lutar por seus direitos.
Fora, ratazanas e roedores!
Viva o Brasil e os brasileiros de bem!
Para que o Brasil se enxergue como Nação!
Todos unidos contra a corrupção!
Que o nosso povo tenha educação, saúde e trabalho dignos!
Que os corruptos sejam punidos e a derrama de dinheiro público se extingua de uma vez por todas e vá para o seu lugar de direito e não mais acabe caindo nos bolsos dos ladrões insaciáveis e seus asseclas!
Não haverá ParTido que nos cale!
Imprensa livre! Liberdade de expressão!
Que o povo aprenda a lutar por seus direitos.
Fora, ratazanas e roedores!
Viva o Brasil e os brasileiros de bem!
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Café com Flores Para os Meus Amigos
Hoje estou em dois blogs: no da Elaine Gaspareto do Um Pouco de Mim e no da Jussara do Palavras Vagabundas. Num, respondo à perguntas sobre o meu livro, noutro comemoro com a Ju o aniversário do seu blog e o amor pelos livros, que ela compartilha comigo.
Fiquei embevecida com os comentários, com o carinho e com o incentivo dos amigos e de pessoas que nem conhecia e que foram deixar seus depoimentos nos dois blogs.
Hoje as orquídeas aqui de casa estão repletas de flores. Algumas nunca haviam florido e estão cheias de botões e flores lilases. Talvez estejam comemorando comigo, mostrando a sua beleza em forma de pétalas, as alegrias e presentes que tenho tido através do meu blog e do meu livro.
Agradeço, enternecida, tanto carinho e amizade.
Café com Flores pra todos vocês!
Beijos,
Fiquei embevecida com os comentários, com o carinho e com o incentivo dos amigos e de pessoas que nem conhecia e que foram deixar seus depoimentos nos dois blogs.
Hoje as orquídeas aqui de casa estão repletas de flores. Algumas nunca haviam florido e estão cheias de botões e flores lilases. Talvez estejam comemorando comigo, mostrando a sua beleza em forma de pétalas, as alegrias e presentes que tenho tido através do meu blog e do meu livro.
Agradeço, enternecida, tanto carinho e amizade.
Café com Flores pra todos vocês!
Beijos,
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Brasil, Mostra a Tua Cara!
Já não é de hoje que tenho pensado o Brasil.
Pensado o Brasil como Povo, como Nação, como Pátria. Como um somatório de muitos, de cada um.
Esta pátria, da qual nos orgulhamos, quando a seleção ganha a Copa do Mundo ou o Campeonato Mundial de Vôlei.
Este paísão enorme, quase um continente, que vemos ser vilipendiado por nós mesmos, pelos outros e nos calamos aquiescentes, coniventes.
Porque brasileiro é assim: fala mal do vizinho quando sabe que ele deu propina ao guarda para que não o multasse, mas que faz o mesmo quando o caso é com ele.
Porque brasileiro xinga a mãe de quem para o carro com duas rodas na calçada...mas, quando não acha vaga perto do Maraca em dia de jogo do seu time, joga o carro com as quatro rodas por cima da mesma calçada e pensa: Que se danem os pedestres! Que desviem! Preciso ver o jogo do meu time e estou em cima da hora!
É a tal estória do: "Todo mundo faz...também vou fazer".
Não sei de onde vem isto. Se foi o tipo de colonização a que fomos sujeitos que gerou esse descompromisso, esse pouco caso com o outro, com o bairro, com a cidade, com o estado e, consequentemente, com o país.
Quando leio nos jornais casos, como o de agora, em que o STJ quer porque quer ter seus salários reajustados "porque está na lei" e, de roldão, os juízes também terão os seus reajustes, ou quando vejo os deputados aumentando seus próprios salários, sempre que a lei permite, mesmo sabendo que isto significa um rombo enorme no orçamento e que a educação e a saúde, já péssimas, não terão verba devido aos milhões gastos com estes aumentos, fico pensando: Aonde erramos como Nação? Ao escolher os nossos governantes? Ao sermos corruptos e corruptores também?
Porque não somos como os japoneses que pensam não em cada um, mas no todo.
Cada japonês É o seu país. Cada um se sacrifica em prol de um bem maior. Há bem pouco tempo, alguns japoneses, homens e mulheres, professores, cientistas, pais de família da terceira idade se ofereceram em holocausto para entrarem na Usina de Fukushima e consertarem o reator, mesmo sabendo que poderiam morrer lá dentro.
Isto é pensar num país como Nação. Como SEU. Como de TODOS. O país como um BEM maior.
Corrupção, há em todo lugar, mas nos outros lugares há punição. Aqui não, a certeza da impunidade é que faz a ganância e a criminalidade crescerem a cada dia. E não me venham dizer que é a miséria ou a pobreza a causadora disto tudo. Não, isso é cultural, é ancestral, carregamos em nossos genes o desejo de se locupletar mais, sempre que possível, pouco se importando com o resto do país.
Na nossa cabeça não há um Brasil, mas vários Brasis, um para cada um de nós. Um Brasil moldável, adaptável aos nossos próprios interesses, a cada interesse, em detrimento do TODO. Somos um país de egoístas.
Acho vergonhoso que o judiciário dê esse exemplo de incivilidade, de desamor à Pátria. Seria uma ótima oportunidade de darem o exemplo, de a partir deste episódio, começarmos a construir a ideia de que somos todos nós, juntos, quem formamos a Nação.
Não só quem legisla, não só quem executa as leis, não só quem as faz cumprir. Mas o povo, tendo em quem se espelhar, vendo exemplos de amor à pátria, talvez tendo hospitais melhores, educação de qualidade para seus filhos, começasse a construir, dentro de si a auto estima necessária para que se AME uma Pátria.
Mas creio que, infelizmente, estamos a anos luz de que isso aconteça. O Japão para nós, fica em outro planeta.
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
A Teia Que Nos Une...
Eu, na entrada do Gut Café, lugar charmosérrimo e dirigido com simpatia e gentileza ímpares pelo Luís e pelo André.
Pude abraçar e conhecer a Cláudia, essa lindona aí, que por uma incrível coincidência do destino era minha fã, há tempos. Ela e sua secretária do lar, a Fernanda leem meu blog todos os dias e, segundo ela, já choraram e riram junto comigo muitas vezes através dos meus posts. Assim, ela conheceu o blog da Beth do Mãe Gaia e descobriu que são vizinhas de prédio.....ela mora quase em frente à Betita! Eita surpresa boa que a vida nos faz vez em quando!
Reencontrei a Marta, minha companheira de dia de aniversário, mãe da Mariana, que eu chamo de "minha fã número um"...a Mari é amiga da minha filha há anos e sempre falava maravilhas sobre mim e meu blog aos pais. Pois a mãe foi lá me ouvir e ainda me disse que a Mari tem razão em gostar tanto de mim...não quero dar uma de cabotina e ficar me auto elogiando...mas como isso faz bem ao ego!
Ísis, minha amiga e ex aluna e algumas novas amigas que foram ao evento: Augusta e Rita.
Betita, Cláudia e eu.
Algumas fotos não saíram boas, estou aguardando que me mandem outras que foram tiradas com outras máquinas melhor adaptadas à luz amarelada do espaço. Algumas pessoas não saíram nas fotos. Mas estava cheio!
Só posso contar a vocês o seguinte: Foi incrível!
Uma troca intensa se deu ali. Mulheres falando de suas vidas, de como passaram pela menopausa, todas participantes, contando suas estórias. Mais uma vez, a vida me deu um presente através do meu Na Esquina do Tempo Nº50.
Acho que vou virar mediadora de bate papos. Foi muito bacana falar para outras mulheres e sentir como uma teia leve e tênue nos liga a todas as fêmeas do planeta.
O final foi emocionante, mas não conto não...fiquem todos com água na boca e aguardem as cenas dos próximos capítulos.
Obrigada a todas que participaram desse encontro. Obrigada às meninas incríveis da Comunicare. Obrigada aos meninos do Gut Café.
Beijos a todos,
Pude abraçar e conhecer a Cláudia, essa lindona aí, que por uma incrível coincidência do destino era minha fã, há tempos. Ela e sua secretária do lar, a Fernanda leem meu blog todos os dias e, segundo ela, já choraram e riram junto comigo muitas vezes através dos meus posts. Assim, ela conheceu o blog da Beth do Mãe Gaia e descobriu que são vizinhas de prédio.....ela mora quase em frente à Betita! Eita surpresa boa que a vida nos faz vez em quando!
Reencontrei a Marta, minha companheira de dia de aniversário, mãe da Mariana, que eu chamo de "minha fã número um"...a Mari é amiga da minha filha há anos e sempre falava maravilhas sobre mim e meu blog aos pais. Pois a mãe foi lá me ouvir e ainda me disse que a Mari tem razão em gostar tanto de mim...não quero dar uma de cabotina e ficar me auto elogiando...mas como isso faz bem ao ego!
Ísis, minha amiga e ex aluna e algumas novas amigas que foram ao evento: Augusta e Rita.
Betita, Cláudia e eu.
Algumas fotos não saíram boas, estou aguardando que me mandem outras que foram tiradas com outras máquinas melhor adaptadas à luz amarelada do espaço. Algumas pessoas não saíram nas fotos. Mas estava cheio!
Só posso contar a vocês o seguinte: Foi incrível!
Uma troca intensa se deu ali. Mulheres falando de suas vidas, de como passaram pela menopausa, todas participantes, contando suas estórias. Mais uma vez, a vida me deu um presente através do meu Na Esquina do Tempo Nº50.
Acho que vou virar mediadora de bate papos. Foi muito bacana falar para outras mulheres e sentir como uma teia leve e tênue nos liga a todas as fêmeas do planeta.
O final foi emocionante, mas não conto não...fiquem todos com água na boca e aguardem as cenas dos próximos capítulos.
Obrigada a todas que participaram desse encontro. Obrigada às meninas incríveis da Comunicare. Obrigada aos meninos do Gut Café.
Beijos a todos,
Marcadores:
meu livro,
Na Esquina Do Tempo Nº 50
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
O Super Homem é Ariano...Horror!
Ninguém tem mais ilusões sobre os EUA...Todo mundo está cansado de saber que eles manipulam países, líderes, políticos, povos. Camuflam, mentem, inventam de acordo com o que lhes interessa. Mas essa semana uma notícia abalou a minha já combalida ideia sobre os EUA.
Veio à público, somente agora, que nos anos 40, cientistas americanos com o apoio do governo, faziam experiências com guatemaltecos, para eles, certamente, uma sub raça, inoculando-lhes sífilis, gonorréia e outras doenças sexualmente transmissíveis para testar as vantagens da penicilina.
Inocularam os vírus de doenças venéreas em crianças, prostitutas, doentes mentais e presidiários. Apenas para "ver" como as doenças evoluíam nos seres humanos. E testar novas drogas. Muitas pessoas nem sabiam que estavam servindo de cobaias. Isso é de arrepiar até a pessoa mais insensível da face da Terra!
1,3 mil pessoas foram expostas aos mais terríveis sofrimentos e experiências monstruosas. Cerca de 5,5 mil pessoas participaram desses experimentos sem serem informadas que estavam participando de um procedimento à la Mengele!
Isso me lembra muito o que Hitler e sua cambada de loucos fez com judeus, gays, doentes mentais, ciganos, povos do leste europeu, todos considerados seres sub humanos, de terceira categoria.
O presidente da Guatemala denunciou esse horror e defendeu que isto seja considerado "crime contra a humanidade" em novembro do ano passado...estranho que só agora isso tenha vindo à público e só agora o presidente Obama tenha pedido desculpas ao povo da Guatemala. Como se isto adiantasse...parece aquela estória do papa pedindo desculpas pelos padres pedófilos que estupraram durante anos um montão de criancinhas e os escondia debaixo da sua batina...
Descobriu-se também que durante 40 anos, negros com sífilis participaram de testes no estado do Alabama, somente para que os médicos acompanhassem o desenvolvimento da doença...Pior, eles acreditavam que estavam sendo "tratados" pelos médicos.
E ainda dizem que o ser humano é bom...o ser humano é intrinsecamente mau, basta dar-lhes a chance, os mecanismos e o poder.
Este caso me assombrou de tal forma, que isso não me saiu da cabeça desde anteontem...tinha que vir aqui falar dessa atrocidade...imaginem quantas coisas eles fizeram que não vieram à público?
Acham isso muito diferente do que os nazistas fizeram na Segunda Guerra? Para mim é igual, só que com menos gente...ou não?
Fonte: O Globo, JB, Prensa Latina...
Veio à público, somente agora, que nos anos 40, cientistas americanos com o apoio do governo, faziam experiências com guatemaltecos, para eles, certamente, uma sub raça, inoculando-lhes sífilis, gonorréia e outras doenças sexualmente transmissíveis para testar as vantagens da penicilina.
Inocularam os vírus de doenças venéreas em crianças, prostitutas, doentes mentais e presidiários. Apenas para "ver" como as doenças evoluíam nos seres humanos. E testar novas drogas. Muitas pessoas nem sabiam que estavam servindo de cobaias. Isso é de arrepiar até a pessoa mais insensível da face da Terra!
1,3 mil pessoas foram expostas aos mais terríveis sofrimentos e experiências monstruosas. Cerca de 5,5 mil pessoas participaram desses experimentos sem serem informadas que estavam participando de um procedimento à la Mengele!
Isso me lembra muito o que Hitler e sua cambada de loucos fez com judeus, gays, doentes mentais, ciganos, povos do leste europeu, todos considerados seres sub humanos, de terceira categoria.
O presidente da Guatemala denunciou esse horror e defendeu que isto seja considerado "crime contra a humanidade" em novembro do ano passado...estranho que só agora isso tenha vindo à público e só agora o presidente Obama tenha pedido desculpas ao povo da Guatemala. Como se isto adiantasse...parece aquela estória do papa pedindo desculpas pelos padres pedófilos que estupraram durante anos um montão de criancinhas e os escondia debaixo da sua batina...
Descobriu-se também que durante 40 anos, negros com sífilis participaram de testes no estado do Alabama, somente para que os médicos acompanhassem o desenvolvimento da doença...Pior, eles acreditavam que estavam sendo "tratados" pelos médicos.
E ainda dizem que o ser humano é bom...o ser humano é intrinsecamente mau, basta dar-lhes a chance, os mecanismos e o poder.
Este caso me assombrou de tal forma, que isso não me saiu da cabeça desde anteontem...tinha que vir aqui falar dessa atrocidade...imaginem quantas coisas eles fizeram que não vieram à público?
Acham isso muito diferente do que os nazistas fizeram na Segunda Guerra? Para mim é igual, só que com menos gente...ou não?
Fonte: O Globo, JB, Prensa Latina...
* Num Café Qualquer, Por Aí...
Tela Isaac Maimom - Women in a Coffee Shop
Duas amigas, ambas passadas dos cinquenta, conversavam num café:
- Acho que toda mulher depois dos 50 deveria se tornar lésbica e arranjar uma namorada da mesma idade.
A outra, espantada, perguntou:
- Que isso sua louca, porque? Não entendi...
A primeira explicou:
- Pensa bem. Não precisaríamos arranjar desculpas pela falta de libido. Não precisaria haver penetração...tudo se resolveria com dedo e língua...e o nosso ressecamento vaginal teria enfim, descanso...Nem precisaríamos ficar nos entupindo de hormônios...Tenho horror de pensar que posso ter câncer de mama só para poder transar de vez em quando...
- Que ideia essa sua...Você parece maluca!
A outra continuou...
- Além do mais quem é que aguenta pinto duro, pinto mole, uma vez sim, outra também? E os quarenta minutos no vaivém, esperando que ele se resolva sem conseguir? Ui, ando cansada de estar ativa sexualmente...e ardida...Ando pensando em ir pro estaleiro, aposentar a perseguida!
- Você tá é ficando esclerosada. Eu não sinto nada disso...minha vida sexual anda ótima, meu marido quer sexo todo dia e eu estou com a minha libido em dia, como se tivesse trinta anos.
- Oi? Conta outra, amiga...Não vem com essa não...Ando de saco cheio de ouvir mulher mentindo sobre a menopausa. Dizendo que transa no banheiro, no lustre, no motel e quer dar todo dia. Além do mais, homem com mais de 50 só transa no lustre se for com uma menina de vinte anos...
Você acha que está enganando quem? Isso é papo de inimiga e não de amiga...
- Ué, basta olhar aquela atriz sessentona que casou com um rapaz de vinte e poucos anos...Ela diz que tem muito tesão e que faz sexo todos os dias...
- Há! Eu queria ser uma mosca pra ver isso! Duvido! A não ser que ela se entupa de hormônios masculinos e ele coloque uma fronha na cara dela e só transe no escuro! Se não, ao olhar aquela barriga plastificada, com um umbigo parecendo o Curinga do Batman, aqueles peitos de borracha e aquelas pernas cheinhas de celulites, o coitado brocha na hora!
- Minha filha, hoje tem Viagra...Homem nenhum precisa ficar com o pau mole no meio da transa...
- Aff! Tô fora... Viagra? Aí mesmo é que a minha pobrezinha ia ficar toda esfolada...
Presta atenção na minha teoria...Homem com cinquenta e poucos anos deveria arrumar uma amante jovem, com muito fogo, querendo sexo de manhã à noite e nós, cinquentonas, nos tornaríamos lésbicas. Mulher entende mulher nessa fase da vida...Tudo o que eu quero agora é alguém pra conversar, uma amiga pra jogar conversa fora, que me compreenda e não queira transar uma vez por semana...Bastaria uma vez por mês e olhe lá. Acho que isso seria o ideal. O problema é que mulher mente pras amigas...estão sempre querendo competir dizendo que são muito fogosas na cama...rsrs
- Você tá é louca! Pirou total! Hospício já!
- Que nada...O único problema seria quando fosse a minha vez de fazer na minha namorada...Eca! Não consigo nem pensar em mim, encarando uma pixirica!
- Tá vendo? Sua teoria está totalmente furada...Quem nasceu mulher não vira lésbica...Do mesmo jeito que não existe ex gay...Aliás, nada contra os gays e as lésbicas...
- É verdade...Eu nunca iria conseguir, aliás não sinto a menor atração por mulheres...Sempre gostei tanto de homens e de sexo...voltemos ao padrão clássico...Mas que a minha teoria é boa, isso é...Vem cá, sabe se já inventaram Viagra pra mulher?
- Tô falando, você é caso perdido...Coitado do seu marido...anda dormindo com uma desvairada ao lado e nem imagina...qualquer dia acorda vestido de mulher...
* entreouvido num café, por aí...
Duas amigas, ambas passadas dos cinquenta, conversavam num café:
- Acho que toda mulher depois dos 50 deveria se tornar lésbica e arranjar uma namorada da mesma idade.
A outra, espantada, perguntou:
- Que isso sua louca, porque? Não entendi...
A primeira explicou:
- Pensa bem. Não precisaríamos arranjar desculpas pela falta de libido. Não precisaria haver penetração...tudo se resolveria com dedo e língua...e o nosso ressecamento vaginal teria enfim, descanso...Nem precisaríamos ficar nos entupindo de hormônios...Tenho horror de pensar que posso ter câncer de mama só para poder transar de vez em quando...
- Que ideia essa sua...Você parece maluca!
A outra continuou...
- Além do mais quem é que aguenta pinto duro, pinto mole, uma vez sim, outra também? E os quarenta minutos no vaivém, esperando que ele se resolva sem conseguir? Ui, ando cansada de estar ativa sexualmente...e ardida...Ando pensando em ir pro estaleiro, aposentar a perseguida!
- Você tá é ficando esclerosada. Eu não sinto nada disso...minha vida sexual anda ótima, meu marido quer sexo todo dia e eu estou com a minha libido em dia, como se tivesse trinta anos.
- Oi? Conta outra, amiga...Não vem com essa não...Ando de saco cheio de ouvir mulher mentindo sobre a menopausa. Dizendo que transa no banheiro, no lustre, no motel e quer dar todo dia. Além do mais, homem com mais de 50 só transa no lustre se for com uma menina de vinte anos...
Você acha que está enganando quem? Isso é papo de inimiga e não de amiga...
- Ué, basta olhar aquela atriz sessentona que casou com um rapaz de vinte e poucos anos...Ela diz que tem muito tesão e que faz sexo todos os dias...
- Há! Eu queria ser uma mosca pra ver isso! Duvido! A não ser que ela se entupa de hormônios masculinos e ele coloque uma fronha na cara dela e só transe no escuro! Se não, ao olhar aquela barriga plastificada, com um umbigo parecendo o Curinga do Batman, aqueles peitos de borracha e aquelas pernas cheinhas de celulites, o coitado brocha na hora!
- Minha filha, hoje tem Viagra...Homem nenhum precisa ficar com o pau mole no meio da transa...
- Aff! Tô fora... Viagra? Aí mesmo é que a minha pobrezinha ia ficar toda esfolada...
Presta atenção na minha teoria...Homem com cinquenta e poucos anos deveria arrumar uma amante jovem, com muito fogo, querendo sexo de manhã à noite e nós, cinquentonas, nos tornaríamos lésbicas. Mulher entende mulher nessa fase da vida...Tudo o que eu quero agora é alguém pra conversar, uma amiga pra jogar conversa fora, que me compreenda e não queira transar uma vez por semana...Bastaria uma vez por mês e olhe lá. Acho que isso seria o ideal. O problema é que mulher mente pras amigas...estão sempre querendo competir dizendo que são muito fogosas na cama...rsrs
- Você tá é louca! Pirou total! Hospício já!
- Que nada...O único problema seria quando fosse a minha vez de fazer na minha namorada...Eca! Não consigo nem pensar em mim, encarando uma pixirica!
- Tá vendo? Sua teoria está totalmente furada...Quem nasceu mulher não vira lésbica...Do mesmo jeito que não existe ex gay...Aliás, nada contra os gays e as lésbicas...
- É verdade...Eu nunca iria conseguir, aliás não sinto a menor atração por mulheres...Sempre gostei tanto de homens e de sexo...voltemos ao padrão clássico...Mas que a minha teoria é boa, isso é...Vem cá, sabe se já inventaram Viagra pra mulher?
- Tô falando, você é caso perdido...Coitado do seu marido...anda dormindo com uma desvairada ao lado e nem imagina...qualquer dia acorda vestido de mulher...
* entreouvido num café, por aí...
terça-feira, 30 de agosto de 2011
Minha Amiga Gi
Hoje o blog da Gi, o Bordados e Retalhos faz dois anos.
Ela foi uma das primeiras amigas que fiz aqui na blogosfera e desde então, nunca mais nos separamos. A Giovanna foi uma dos três únicos amigos que leu os originais do meu romance em primeira mão, em quem confio cegamente e com quem posso me abrir como faria com uma irmã de verdade. Aliás, mais do que irmã, porque com a minha irmã não tenho esse tipo de afinidade. Por isso é que eu chamo esse tipo de amiga de irmã de alma. Não que eu acredite em alma...mas é uma maneira metafórica de dizer que somos irmãs no feminino, na fêmea que há em nós, na compreensão da nossa humanidade, cheia de falhas e acertos.
Eu e a Gi temos inúmeras diferenças no modo de pensar, mas em vez de isso nos afastar, isso nos une, porque há respeito, o respeito que vem da aceitação do outro como ele é.
Jamais a Gi falou em deus comigo ou sequer citou qualquer coisa ligada à religiosidade e ela é uma católica praticante e atuante. A isso eu chamo de inteligência emocional, educação, respeito pela individualidade alheia. E além de tudo, a Gi não é fanática. Ela crê e isso basta. Não precisa ficar anunciando aos quatro ventos a sua fé ou tentando catequizar ninguém. A Gi não é chata, nem monocórdia. Lê muito, fala sobre vários assuntos, é uma pessoa que vive várias vidas. E ela é uma lady. Ela não afasta as pessoas, ela as atrai. Porque sua elegância é nata.
Eis uma mulher de quem me orgulho de ser amiga: Giovanna Valfré.
Ela me pediu que fizesse um texto para comemorar seu aniversário de blog. Eu fiz, com imenso prazer e está lá em seu blog hoje.
Peço à Vida que a Gi consiga realizar seu sonho maior e que seja muito feliz.
Te amo, amiga!
Muitos beijos.
Ela foi uma das primeiras amigas que fiz aqui na blogosfera e desde então, nunca mais nos separamos. A Giovanna foi uma dos três únicos amigos que leu os originais do meu romance em primeira mão, em quem confio cegamente e com quem posso me abrir como faria com uma irmã de verdade. Aliás, mais do que irmã, porque com a minha irmã não tenho esse tipo de afinidade. Por isso é que eu chamo esse tipo de amiga de irmã de alma. Não que eu acredite em alma...mas é uma maneira metafórica de dizer que somos irmãs no feminino, na fêmea que há em nós, na compreensão da nossa humanidade, cheia de falhas e acertos.
Eu e a Gi temos inúmeras diferenças no modo de pensar, mas em vez de isso nos afastar, isso nos une, porque há respeito, o respeito que vem da aceitação do outro como ele é.
Jamais a Gi falou em deus comigo ou sequer citou qualquer coisa ligada à religiosidade e ela é uma católica praticante e atuante. A isso eu chamo de inteligência emocional, educação, respeito pela individualidade alheia. E além de tudo, a Gi não é fanática. Ela crê e isso basta. Não precisa ficar anunciando aos quatro ventos a sua fé ou tentando catequizar ninguém. A Gi não é chata, nem monocórdia. Lê muito, fala sobre vários assuntos, é uma pessoa que vive várias vidas. E ela é uma lady. Ela não afasta as pessoas, ela as atrai. Porque sua elegância é nata.
Eis uma mulher de quem me orgulho de ser amiga: Giovanna Valfré.
Ela me pediu que fizesse um texto para comemorar seu aniversário de blog. Eu fiz, com imenso prazer e está lá em seu blog hoje.
Peço à Vida que a Gi consiga realizar seu sonho maior e que seja muito feliz.
Te amo, amiga!
Muitos beijos.
domingo, 28 de agosto de 2011
Conversa Sobre Menopausa e Maturidade
Convido os amigos e leitores para a minha primeira palestra (não gosto desse nome, vai ser um bate papo...) sobre a chegada à maturidade e aos sentimentos inerentes a essa fase da vida.
Toda mulher desconfia que carrega um mundo inteiro dentro de si. Mas a chegada à maturidade traz essa consciência e nos faz despertar (ou deveria) para este olhar para dentro. Tenho inúmeras leitoras e, inclusive, amigas íntimas, que só se deram conta disso depois de ler meu livro. A consciência existia, mas estava adormecida.
Não estou querendo dar lições de vida para ninguém, mas ao vermos outras pessoas refletindo, somos levadas a refletir também.
Vi, ao longo desses dois anos, outras mulheres despertando junto comigo, através de longas conversas e textos reflexivos em meu blog, ou quando leram meu livro: Na Esquina do Tempo N°50.
Algumas dirão que não, como já me disseram, que já sabiam disso tudo. Outras, que sentiam, mas não sabiam definir sentimentos tão contraditórios. Outras ainda, jamais admitirão que foi uma leiga, sem formação em psicologia, quem as fez olhar pra dentro e descobrir-se.
Escrevi esse livro para mim, para exorcizar meus fantasmas e, ao longo dele, fui vendo que poderia abrir os olhos de outras pessoas, ajudá-las a enfrentar esse período. Sem pretensão alguma, tenho plena consciência de que venho ajudando algumas mulheres. Tenho tido um retorno incrível. Gente que me escreve dizendo que o Na Esquina tornou-se seu livro de cabeceira ou que já leram duas, três, quatro vezes. Sinceramente, essa é minha maior recompensa: saber que as levei a pensar sobre os sentimentos que as afligem nessa fase tão conturbada e caótica.
E é sobre esse despertar que vou conversar com as/os amigas/os no dia 01/09, às 19 hs no Gut Café, na Av. Sete de Setembro, Jd. Icaraí.
Estão todos convidados para esse bate papo informal, regado à café forte e encorpado, como é a vida, aliás.
Beijos,
Toda mulher desconfia que carrega um mundo inteiro dentro de si. Mas a chegada à maturidade traz essa consciência e nos faz despertar (ou deveria) para este olhar para dentro. Tenho inúmeras leitoras e, inclusive, amigas íntimas, que só se deram conta disso depois de ler meu livro. A consciência existia, mas estava adormecida.
Não estou querendo dar lições de vida para ninguém, mas ao vermos outras pessoas refletindo, somos levadas a refletir também.
Vi, ao longo desses dois anos, outras mulheres despertando junto comigo, através de longas conversas e textos reflexivos em meu blog, ou quando leram meu livro: Na Esquina do Tempo N°50.
Algumas dirão que não, como já me disseram, que já sabiam disso tudo. Outras, que sentiam, mas não sabiam definir sentimentos tão contraditórios. Outras ainda, jamais admitirão que foi uma leiga, sem formação em psicologia, quem as fez olhar pra dentro e descobrir-se.
Escrevi esse livro para mim, para exorcizar meus fantasmas e, ao longo dele, fui vendo que poderia abrir os olhos de outras pessoas, ajudá-las a enfrentar esse período. Sem pretensão alguma, tenho plena consciência de que venho ajudando algumas mulheres. Tenho tido um retorno incrível. Gente que me escreve dizendo que o Na Esquina tornou-se seu livro de cabeceira ou que já leram duas, três, quatro vezes. Sinceramente, essa é minha maior recompensa: saber que as levei a pensar sobre os sentimentos que as afligem nessa fase tão conturbada e caótica.
E é sobre esse despertar que vou conversar com as/os amigas/os no dia 01/09, às 19 hs no Gut Café, na Av. Sete de Setembro, Jd. Icaraí.
Estão todos convidados para esse bate papo informal, regado à café forte e encorpado, como é a vida, aliás.
Beijos,
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Léia, Azaléia: O Encontro.
Conheci a Léia e o seu blog, Cucchiaio Pieno atraída pelo nome em italiano (sabem que sou louca pela Itália, não é vero?). Só, que claro, haviam forças ocultas por detrás dessa minha ida ao seu blog...as forças da energia de almas irmãs que se atraem. Se eu acredito nisso? Não sei, mas que é bonito pensar assim, isso é, não concordam? Eu e Léia nos identificamos imediatamente. Passamos a nos falar regularmente por emails e, de vez em quando, ela me liga lá da Itália para conversar comigo e saber como estou.
A Leinha, como eu a chamo carinhosamente, é dessas pessoas que têm uma aura de luz interior tão fortes que emanam e iluminam tudo à sua volta. É uma jovem amiga, mulher forte e de fibra, que sabe o que quer, apesar da aparência de menina e a vozinha mais fina e doce que eu conheço.
Nem preciso dizer que nosso encontro foi pura emoção. Choro e abraços sem ter fim...lágrimas escorrendo pelo rosto, arrepios na pele. Ela é mesmo uma azaléia, uma flor de gentileza, delicadeza e doçura. Não largou a minha mão, me abraçava a toda hora e, infelizmente, as horas voaram. Que pena!
Ficaria dias e dias conversando com ela, pois apesar da diferença de idade, temos muita identificação uma com a outra.
Certas coisas não se explicam: Ela é espírita, eu, atéia. Ela é doce e gentil, eu, sou furacão, sem papas na língua, e, no entanto, nos compreendemos tanto e tão bem ...
Ontem foi um dia tão feliz para mim! Conhecê-la e ao Michele, seu marido, simpatia de italiano, gente boa toda vida, acompanhada da minha amiga Betita, compensou a volta ao Rio que demos, durante três horas...rsrs
Explico: Saí de casa ao meio dia, fui até a casa da Beth, de lá pegamos um ônibus (coisa que eu não fazia há mais de vinte anos...) e demos uma imensa volta pela zona sul do Rio de Janeiro inteiro. E descobrimos que pegamos o ônibus errado. Saltamos, pegamos um táxi, chegamos ao hotel da Léia, no Leblon às 3 horas da tarde, conforme o combinado, finalmente! Ufa! Foi uma maratona, mas valeu.
Voilá! Lá estavam eles, lindos, com sorrisos felizes no rosto, satisfeitos da vida pelo encontro. E nós também.
Comemos, conversamos, conversamos, conversamos e, quando vimos era hora de voltar para Niterói, pegar a barca de volta...passou tão rápido...que pena...Mas isso é sinal de que foi bom demais...As boas coisas da vida passam como um tufão e deixam na boca o sabor da saudade, do querer mais. Essas são as coisas inesquecíveis que recebemos de presente de vez em quando.
Certas coisas é que fazem a vida valer à pena! E como valeu o nosso encontro! Valeu demais!
Esta minha amiga, que sempre associarei a uma flor de azaléia ficará para sempre em meu coração.
Agradeço à Vida por poder ter compartilhado esse momento com a minha grande amiga, a Beth, e por ter abraçado e chorado e me emocionado com os abraços e beijos da minha Leinha, minha doce, amada Léia-Azaléia. Como sou chorona mesmo, deixei liquefazer minha felicidade em forma de lágrimas, aliás, como sempre, seguindo o que meu coração me pede.
Que a Vida sempre te dê flores, amada amiga!
Te amo!
Auguri!
A Leinha, como eu a chamo carinhosamente, é dessas pessoas que têm uma aura de luz interior tão fortes que emanam e iluminam tudo à sua volta. É uma jovem amiga, mulher forte e de fibra, que sabe o que quer, apesar da aparência de menina e a vozinha mais fina e doce que eu conheço.
Nem preciso dizer que nosso encontro foi pura emoção. Choro e abraços sem ter fim...lágrimas escorrendo pelo rosto, arrepios na pele. Ela é mesmo uma azaléia, uma flor de gentileza, delicadeza e doçura. Não largou a minha mão, me abraçava a toda hora e, infelizmente, as horas voaram. Que pena!
Ficaria dias e dias conversando com ela, pois apesar da diferença de idade, temos muita identificação uma com a outra.
Certas coisas não se explicam: Ela é espírita, eu, atéia. Ela é doce e gentil, eu, sou furacão, sem papas na língua, e, no entanto, nos compreendemos tanto e tão bem ...
Ontem foi um dia tão feliz para mim! Conhecê-la e ao Michele, seu marido, simpatia de italiano, gente boa toda vida, acompanhada da minha amiga Betita, compensou a volta ao Rio que demos, durante três horas...rsrs
Explico: Saí de casa ao meio dia, fui até a casa da Beth, de lá pegamos um ônibus (coisa que eu não fazia há mais de vinte anos...) e demos uma imensa volta pela zona sul do Rio de Janeiro inteiro. E descobrimos que pegamos o ônibus errado. Saltamos, pegamos um táxi, chegamos ao hotel da Léia, no Leblon às 3 horas da tarde, conforme o combinado, finalmente! Ufa! Foi uma maratona, mas valeu.
Voilá! Lá estavam eles, lindos, com sorrisos felizes no rosto, satisfeitos da vida pelo encontro. E nós também.
Comemos, conversamos, conversamos, conversamos e, quando vimos era hora de voltar para Niterói, pegar a barca de volta...passou tão rápido...que pena...Mas isso é sinal de que foi bom demais...As boas coisas da vida passam como um tufão e deixam na boca o sabor da saudade, do querer mais. Essas são as coisas inesquecíveis que recebemos de presente de vez em quando.
Certas coisas é que fazem a vida valer à pena! E como valeu o nosso encontro! Valeu demais!
Esta minha amiga, que sempre associarei a uma flor de azaléia ficará para sempre em meu coração.
Agradeço à Vida por poder ter compartilhado esse momento com a minha grande amiga, a Beth, e por ter abraçado e chorado e me emocionado com os abraços e beijos da minha Leinha, minha doce, amada Léia-Azaléia. Como sou chorona mesmo, deixei liquefazer minha felicidade em forma de lágrimas, aliás, como sempre, seguindo o que meu coração me pede.
Que a Vida sempre te dê flores, amada amiga!
Te amo!
Auguri!
Liquefaçam-se e Libertem Seus Poemas!
Deixo esse vídeo que recebi de presente de uma amiga para que todos nós repensemos, através da poesia, as nossas vidas. Não deixem de ver e ouvir, é deslumbrante!
Beijos, bom fim de semana,
terça-feira, 23 de agosto de 2011
"Você Nasceu Para Isso..."
Esta noite sonhei com a minha avó. Achei engraçado mas não estranhei, pois ela anda nos meus pensamentos ultimamente. Quando acordei tinha uma vaga lembrança de nós duas estarmos de mãos dadas, seguindo por um caminho. Não me lembro se eu ainda era pequena ou se já era a mulher que sou hoje, mas me recordo com exatidão da frase que ela me dizia: "Você nasceu para isso..."
Bem, isso....podem ser tantas coisas...O que será que ela queria me dizer? Qual a mensagem que esse sonho trazia embutido?
Qual seu simbolismo?
Algumas coisas eu posso deduzir sozinha...Estou num momento de carência e precisando de proteção. Mas não a proteção e o carinho que recebemos dos amigos, mas sim de colo de mãe, de avó. Aquele colo que perdemos um dia e para o qual não há substituto.
O aconchego de um abraço de quem tudo nos perdoa, nos desculpa e de quem passa a mão em nossas cabeças cansadas quando nos vêem sofrendo.
A vida nos tira esse colo e não há alternativa para esse regaço doce, cálido, que mesmo sem palavras nos acalentava.
Fiquei pensando: Será que minha hora vem chegando e será minha avó quem virá me buscar? Mas eu não creio em nada disso, nem em vidas passadas e nem em futuras... O que será então que este sonho representa?
O que será que esta frase quer dizer: "Você nasceu para isso"...Para sofrer? Para escrever? Para que?
Eu e ela, de mãos dadas indo de encontro a um horizonte infinito...Como assim, se nada me espera do lado de lá? E eu tenho quase absoluta certeza disso. Só não tenho certeza total porque ainda não morri e, porque só sei que nada sei...E que nada há de absoluto nessa vida, quanto mais, certezas...
Lembrei-me do sonho somente agora à noite...E foi num momento em que meu sono ainda estava leve que sonhei com ela..É bem verdade que ela têm me feito companhia nos últimos meses e que suas lembranças vieram com muita força no último ano. Mas não me recordo de ter sonhado com ela algum dia...talvez, durante a infância, mas não me lembro mais...
Espero que se, por acaso existir mesmo vida após a morte, que seja ela a vir me buscar, minha doce, linda avó de cabelos vermelhos, branquinha como eu, alegre como fui um dia.
Que seja a minha avó Maria Amélia, a minha companheira de viagem.
Bem, isso....podem ser tantas coisas...O que será que ela queria me dizer? Qual a mensagem que esse sonho trazia embutido?
Qual seu simbolismo?
Algumas coisas eu posso deduzir sozinha...Estou num momento de carência e precisando de proteção. Mas não a proteção e o carinho que recebemos dos amigos, mas sim de colo de mãe, de avó. Aquele colo que perdemos um dia e para o qual não há substituto.
O aconchego de um abraço de quem tudo nos perdoa, nos desculpa e de quem passa a mão em nossas cabeças cansadas quando nos vêem sofrendo.
A vida nos tira esse colo e não há alternativa para esse regaço doce, cálido, que mesmo sem palavras nos acalentava.
Fiquei pensando: Será que minha hora vem chegando e será minha avó quem virá me buscar? Mas eu não creio em nada disso, nem em vidas passadas e nem em futuras... O que será então que este sonho representa?
O que será que esta frase quer dizer: "Você nasceu para isso"...Para sofrer? Para escrever? Para que?
Eu e ela, de mãos dadas indo de encontro a um horizonte infinito...Como assim, se nada me espera do lado de lá? E eu tenho quase absoluta certeza disso. Só não tenho certeza total porque ainda não morri e, porque só sei que nada sei...E que nada há de absoluto nessa vida, quanto mais, certezas...
Lembrei-me do sonho somente agora à noite...E foi num momento em que meu sono ainda estava leve que sonhei com ela..É bem verdade que ela têm me feito companhia nos últimos meses e que suas lembranças vieram com muita força no último ano. Mas não me recordo de ter sonhado com ela algum dia...talvez, durante a infância, mas não me lembro mais...
Espero que se, por acaso existir mesmo vida após a morte, que seja ela a vir me buscar, minha doce, linda avó de cabelos vermelhos, branquinha como eu, alegre como fui um dia.
Que seja a minha avó Maria Amélia, a minha companheira de viagem.
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Algumas Noticias
A Queridíssima Somnia do blog Borboleta Pequenina...está fazendo uma brincadeira muito gostosa em seu blog e convida a todos que queiram participar de seu concurso de redação:
Sábado foi minha vez com um texto que fiz especialmente para o Concurso, inspirado pela minha foto.
Leiam aqui. Quem quiser participar é só ler as regras do concurso lá no blog da Somnia.
Outra amiga, a generosa e gentil She está divulgando meu livro em seu novo blog: She Divulga, aqui. Grata pelo carinho, She!
E, finalmente, dia 01/09 estarei comandando um bate papo sobre Mulheres na Maturidade no Gut Café em Icaraí, às 19 hs. A entrada é franca. Conto com a presença das mulheres do Rio e Niterói para essa conversa informal e gostosa e que promete...
Aliás, café e uma boa conversa não é tudo de bom?
Beijos à todos. Durante a semana vou falar mais sobre esse assunto.
domingo, 21 de agosto de 2011
Resultado do Sorteio do Meu Livro!
E a premiada com o meu livro foi:
Janaína Santos Barroso.
Parabéns Janaína! Entre em contato comigo para me mandar seu endereço, ok?
Obrigada à Lia do blog Quero Morar Numa Livraria pela ajuda e divulgação.
Beijão Lia!
Amanhã trago novidades.
Bom Domingo pra todos!
Janaína Santos Barroso.
Parabéns Janaína! Entre em contato comigo para me mandar seu endereço, ok?
Obrigada à Lia do blog Quero Morar Numa Livraria pela ajuda e divulgação.
Beijão Lia!
Amanhã trago novidades.
Bom Domingo pra todos!
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
O Ser & A Criação
Eu poderia escrever semanas inteiras sobre a minha melancolia sem que ninguém entendesse o que, de fato, se passa dentro de mim.
Escrever é catarse, é um modo de entender a mim mesma. Ao mesmo tempo me conheço bem para saber todas as razões da minha tristeza. E são muitas.
Mas de nada adianta nessas horas, me dizerem : Levanta, vai olhar o sol, vai escrever, vai fazer isso ou aquilo... Sei que a intenção é a melhor, mas não resolve.
Preciso, nesses momentos, colocar para fora a minha raiva, a minha decepção, as minhas dores. E ficar encaramujada na minha tristeza, sim. Preciso dela, como preciso da minha alegria.
E não se trata de masoquismo, mas de vivenciar a dor até seu limite, para então, expurgá-la.
Ontem li um texto que falava sobre a melancolia e de que como essa representação remonta à Antiguidade grega.
Para Aristóteles, "o melancólico é associado à excepcionalidade criativa". A melancolia é consequência de "uma conformação biológica que predispõe uma pessoa à instabilidade". Ele a associa, inclusive, "aos efeitos produzidos pelo vinho", ou seja, torna essas pessoas sensíveis a movimentos de êxtase, que acontecem como se a pessoa, embriagada, "saísse de si, tivesse acessos de furor e oscilações de humor".
Por isso, a criação poética pode ser percebida como melancolia. E os escritores, poetas, artistas em geral, "por seu estado pendular e oscilante". Os seres criativos são aqueles que transitam entre o abatimento e a genialidade, entre a tristeza e a alegria.
Sou assim. Sempre fui assim. Não estou me chamando de gênio, não é isso. Mas me vi nessa descrição. Ela me coube como um vestido feito sob medida.
Alguns poderiam chamar a isto de bipolaridade. Não sei, não entendo de psiquiatria. Pelo que tenho visto e pelas pessoas que conheço, somos todos bipolares, alguns mais, outros menos.
Mas, agora entendo melhor o que sinto. O porque de meus momentos de efusão criativa e de abatimento. De tristeza e alegria.
E não adianta querer explicar isto para quem não tem dentro de si um escritor ou um artista, que não entenderá. Mesmo.
Então, só me resta conviver com meus Dr. Jeckyll & Mr. Hardy...Aliás, não sei quem é mais "hard"...eles ou eu...
* excertos tirados do texto do Globo de 17/08/11 da coluna de Francisco Bosco.
Escrever é catarse, é um modo de entender a mim mesma. Ao mesmo tempo me conheço bem para saber todas as razões da minha tristeza. E são muitas.
Mas de nada adianta nessas horas, me dizerem : Levanta, vai olhar o sol, vai escrever, vai fazer isso ou aquilo... Sei que a intenção é a melhor, mas não resolve.
Preciso, nesses momentos, colocar para fora a minha raiva, a minha decepção, as minhas dores. E ficar encaramujada na minha tristeza, sim. Preciso dela, como preciso da minha alegria.
E não se trata de masoquismo, mas de vivenciar a dor até seu limite, para então, expurgá-la.
Ontem li um texto que falava sobre a melancolia e de que como essa representação remonta à Antiguidade grega.
Para Aristóteles, "o melancólico é associado à excepcionalidade criativa". A melancolia é consequência de "uma conformação biológica que predispõe uma pessoa à instabilidade". Ele a associa, inclusive, "aos efeitos produzidos pelo vinho", ou seja, torna essas pessoas sensíveis a movimentos de êxtase, que acontecem como se a pessoa, embriagada, "saísse de si, tivesse acessos de furor e oscilações de humor".
Por isso, a criação poética pode ser percebida como melancolia. E os escritores, poetas, artistas em geral, "por seu estado pendular e oscilante". Os seres criativos são aqueles que transitam entre o abatimento e a genialidade, entre a tristeza e a alegria.
Sou assim. Sempre fui assim. Não estou me chamando de gênio, não é isso. Mas me vi nessa descrição. Ela me coube como um vestido feito sob medida.
Alguns poderiam chamar a isto de bipolaridade. Não sei, não entendo de psiquiatria. Pelo que tenho visto e pelas pessoas que conheço, somos todos bipolares, alguns mais, outros menos.
Mas, agora entendo melhor o que sinto. O porque de meus momentos de efusão criativa e de abatimento. De tristeza e alegria.
E não adianta querer explicar isto para quem não tem dentro de si um escritor ou um artista, que não entenderá. Mesmo.
Então, só me resta conviver com meus Dr. Jeckyll & Mr. Hardy...Aliás, não sei quem é mais "hard"...eles ou eu...
* excertos tirados do texto do Globo de 17/08/11 da coluna de Francisco Bosco.
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Desabafando com o Travesseiro
Hoje acordei com a boca amarga.
Como se o nojo da vida tivesse se instalado em mim.
Acordei enojada, enjoada, querendo chutar o balde, a vida, o destino.
Raiva, ódio, ira.
Todos os sentimentos torpes me envenenando o sangue.
Não saio do lugar.
Não vejo o horizonte.
Cansei das palavras doces, dos consolos inúteis.
Cansei de viver nesse mundo à parte
Achando que aqui, encastelada
Estou imune ao nojo
Ao desatino
Às trapaças do destino.
Quero vomitar
Não tenho fome
Perdi a fome de vida
Perdi o gosto da vida
Não quero ouvir palavras vãs
De quem não sabe o que vivo
De quem não me vê por dentro
Dos que analisam fatos
Simplesmente
Como se a vida fosse feita de fatos explicáveis
Sem sentir o que sinto na pele
Sem viver o que vivo há tempos.
Deixem-me só
Talvez só por hoje
Quero chorar e gritar
E xingar todos os nomes feios
Quero alardear impropérios
Inventar mentiras, desacatos
Ando cansada da verdade
Dessa de que todos falam e ninguém usa.
Cansada dos donos do mundo que viram as costas
Sem dar uma chance
Aos inquilinos
Aos pobretões que mendigam
Uma mínima migalha
Nesse planeta vil onde quem manda
É o dinheiro.
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Indizível
Dizer o indizível, pensar o interdito, caminhar por onde ninguém vai...
Vivo perdida num mundo e com um pé no outro.
Entre o real e o irreal transito. Me divido.
Sou louca e sábia. Vivo em conflito.
Não sei se fico naquele, perdida.
Ou volto para este, ainda mais descabida...
Vivo entre dois mundos.
Espécie de umbral, purgatório, nem lá e nem cá.
Respiro neste e desejo aquele.
Depois que passo da porta, não quero mais sair de lá.
Meu céu e meu inferno.
Minha primavera e meu inverno.
Só os loucos me entendem.
Só os que caminham sobre o fio, sobre a lâmina
Se dependuram no infinito da existência
Sabem do que falo.
Diversos mundos, muitos universos.
Galáxias, vias lácteas povoadas de memórias
Do que não vivi. Do que não vi.
Que nome se dá a isto?
A este não saber explicar e tampouco negar sua existência?
À beira do abismo, precipício, princípio, início.
Fim em si mesmo.
Acordar em um planeta.
Adormecer numa nuvem.
Vivo presa e livre.
Em universos paralelos.
Sou gaiola e passarinho.
Fantasma do que desejo ser.
Embrião do que jamais fui.
Escrever é morrer
E renascer
Sem pátria.
* Inspirada por Lídia Jorge e por meu amigo e poeta, equilibrista como eu, Man Drag.
domingo, 14 de agosto de 2011
De Improviso...
Estou começando a achar que sou boa pra falar de improviso...
Quem sabe me lanço na política? rsrs Nunquinha!
Se ainda tiverem paciência de me ver e ouvir, aqui estão mais alguns "causos" da menopausa...
Para ver os vídeos em tela cheia clique duas vezes na imagem. Depois é só apertar a tecla ESC do computador para voltar ao tamanho original. A configuração do blog não permite que eu diminua os vídeos.
sábado, 13 de agosto de 2011
Prorrogação do Sorteio do Meu Livro
A promoção entre o Café com Bolo e o blog Quero Morar Numa Livraria foi prorrogado.
A Lia mora nos EUA e estava de férias no Brasil. Voltou essa semana para lá e está meio enrolada, por isso me sugeriu que prorrogássemos o prazo para o sorteio.
Então, ainda dá tempo de participar. O sorteio será no próximo sábado, dia 20 e as regras estão aqui.
Outra novidade!
Há mais dois vídeos meus feitos pelas meninas da Comunicare Assessoria no You Tube. Quem quiser ver é só colocar Gloria Leão no You Tube que eles irão aparecer.
Semana que vem coloco um aqui e na outra semana, o outro. Espero que não fiquem cansados de tanto me ver falando sobre menopausa, mas os vídeos estão bem legais e interessantes, pois falo das minhas vivências e conto uns "causos"...rsrs
Espero que gostem.
Bom fim de semana pessoal!
Beijos,
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