segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Portas Encantadas - Blogagem Coletiva Por que Eu Gosto de Livros

Menina Lendo - Berthe Morisot

The Misses Vickers - John Singer Sargent

Mulher Lendo - Henry Matisse

Minhas primeiras leituras, quando pequena, foram nos livros da coleção infanto juvenil O Mundo da Criança.
Adorava folhear as páginas coloridas, cheias de desenhos lindos com fadas e bichinhos....Quem é da minha geração deve se lembrar dessa coleção, muito popular nos anos 50 e 60, aqui no Brasil.
Nunca mais me esqueci de um versinho que falava dos livros e dizia assim:
" Os livros penso que são
como portas encantadas
Que nos levam a lindas terras
onde moram anões e fadas".
Pois foi através dessas portas encantadas que viajei, conheci mundos encantados e outros não tão encantados assim, aprendi sobre outras terras, sobre outras pessoas e outras línguas...
Até hoje, cada vez que abro um livro, é como se aquela capa fosse uma porta imaginária, por onde entro e me perco de mim mesma por horas e horas....
Tenho muito ciúme dos meus livros, e não empresto de jeito nenhum, prefiro dar de presente um igual a ter que emprestar o meu.
Se alguém aqui de casa, pega algum livro meu e amassa ou suja alguma página, é briga na certa...
Cada livro que compro ou ganho é folheado com o mais profundo respeito....primeiro, olho as páginas, vejo as fotos, quando as tem, para só então, começar a ler ou guardar para ler depois.
Para mim, livros são objetos sagrados, como se cada um tivesse dentro de si, todo o mistério do mundo, como se cada folha fosse uma oração ao deus da sabedoria.
Nem todos os livros que li foram bons, nem tudo o que li me ensinou alguma coisa, mas todos, sem excessão, me trouxeram ou uma surpresa, ou uma alegria, até mesmo decepção, mas sempre, algum sentimento.
É isso, livros me fazem sentir....quantas vezes chorei lendo um livro....ou quantas ri, me choquei, me surpreendi.
Portas encantadas....meu amor pelos livros, até hoje, me faz entrar nelas e esquecer a vida aqui de fora.
Só os livros tem esse poder, o poder que a imaginação nos proporciona.
Escolhi essas pinturas tão lindas como uma homenagem às mulheres, crianças e jovens que se deixam encantar pelas portas abertas, e, como eu, viajam "pelas terras onde moram anões, fadas" e tantos outros personagens que tornam a vida mais mágica.

Meu amor pelos livros transformou-me de mera leitora à escritora. Minha imaginação, alimentada durante tantos anos com muitos livros, desde os clássicos aos modernos, de ficção, históricos, romances, aventuras, suspenses, me fez sentir que eu podia, que tinha conhecimento e estofo para escrever um romance e um livro de contos.
E, eu sonho, diariamente,  com o dia em que meus livros se transformarão, também eles, em portas mágicas para quem os tiver nas mãos, transportando meus leitores à esse reino encantado que só a leitura concede.
Tenho fé e esperança que, um dia, também eu, proporcionarei esse encantamento a quem ler meus escritos, finalmente publicados.

Reedição de post de 31/08/2009.
Blogagem Coletiva proposta pelo blog Livros e Afins do Alessandro Martins

37 comentários:

Edna Fadinha disse...

Realmente Glorinha,livros são como portas encantadas que nos levam a mundos mágicos e distantes.O nome do meu blog foi inspirado no livro de Jostein Gaarder - O mundo de Sofia,começei a ver a filosofia com outros olhos.
Tenha uma ótima semana!
Bjs

welze disse...

gostaria de ler muito mais que leio. também me sinto nas páginas. nos cenários. me emociono, me divirto, me escancaro, me decepciono e choro. tudo isso sem nem sair da poltrona. Melhor que isso? só muito mais disso. Torço por você. Leremos muita coisa sua, juntas. Eu, uma página e você, a próxima. Beijos beijos beijos,

lolipop disse...

Muito querida Glorinha...
Vc tem fé, eu tenho certeza, de que um dia os seus livros vão abrir portas encantadas a quem tiver a sorte de os folhear.
Sabe amiga, eu cresci numa casa com muitos livros...mas livros daqueles com lombadas brilhantes, encadernações, livros que ninguém lia...só eu...deixada à vontade vasculhava tudo o que me apetecia...até os que não entendia, ou tinha uma vaga sensação de que não deveria estar a ler...
Desses livros abandonados, intocados, ficou-me o horror por estantes demasiado arrumadas...páginas por manusear...nisso sou um pouco diferente...empresto livros com gosto,não me importo com alguma marca, sinto que os livros são mais felizes por serem usados, lidos, anotados, as suas portas inúmeras vezes abertas ao encanto, à viagem, ao sonho...
Mil ternurasssssssssssss

Bombom disse...

Glorinha, que lindo tudo o que escreves! Fizeste-me transportar aos tempos da minha infância - anos 45 e por aí adiante. O meu pai gostava muito de ler e comprava bons livros, mas nós éramos pequenos demais. Nessa altura não havia muita Literatura Infantil nem dinheiro para comprar livros, pois já éramos 4 ou 5 garotos em casa. Ao lado da nossa casa, morava uma menina filha única que tinha mais bonecas do que a Quermesse de Paris e mais livros que qualquer biblioteca que eu pudesse imaginar. Ela queria brincar, e eu queria ler. Então negociava com ela: - Deixas-me ler um bocado e eu brinco contigo. E assim li os livros da Colecção Azul, aqueles da Condessa de Ségur (Os desastres de Sofia), os da Colecção Majora, mais simples mas ilustrados com desenhos que se podiam pintar, etc.
Quando fui para o Liceu e comecei a ter idade para ler os livros do pai, ele foi-se embora e mandou buscar os livros todos.
Mas isso não me fez deixar de ler. Tive a sorte de ter Biblioteca no Colégio Interno onde vivi, no Liceu e na Escola do Magistério onde estudei. E ainda hoje, embora agora já seja mais fácil adquirir livros, vamos muito às Bibliotecas Municipais que são muito boas e de onde podemos trazer os livros para ler em casa.
Aguardo com grande espectativa o dia em que possa lá encontrar os teus! Bjs. Bombom

Glorinha L de Lion disse...

Oi Edna! Saudades de vc, menina! Há quanto tempo! Pois é, livros são tudo de bom...tô lendo O mundo de Sofia por influencia sua, quando explicou pq seu blog tinha esse nome... Lembra que escreveu sobre ele? Eu sempre tive vontade de ler, mas ficava meio desanimada, e esse seu post, há muito tempo atrás, me deu força para lê-lo...Beijinhos, bem vinda de volta!

Glorinha L de Lion disse...

Que os deuses da sabedoria te ouçam minha queridona! Estou louca que meus amigos leiam meus livros e me digam se gostaram...acho que vão gostar sim! Mas ainda demora um pouco, ou, quem sabe não demora nada? Não sei de mais nada....torce aí por mim! Beijão,

Glorinha L de Lion disse...

Pois eu, amiga Loli, cresci entre muitos livros numa estante enorme, mas meu pai nos incentivava, à mim e à meus irmãos a lermos de tudo, sendo ele próprio um autodidata que se fez através da leitura. Foi a herança que meu pai nos deixou: "leiam tudo o que cair-lhes nas mãos". Aprendi a amar os livros através do amor que meu pai tinha por eles. Já escrevi sobre isso em outros posts e, como tudo em minha casa era e é difícil até hoje de conseguir, tenho os meus como tesouros a serem preservados para as próximas gerações. Assim como meu pai fez conosco. Por isso dou tanto valor aos meus livros, pois os considero únicos, raras gemas do meu tesouro particular, conseguidos a custo, pois muitos dos meus livros estão com a família de meu pai há décadas. Amo tanto que prefiro dar dinheiro aos escritores e às editoras: que vendam muitos livros a muitas pessoas diferentes, que as editoras proliferem e dêem a chance que tantos, como eu, esperam...e vendam, vendam muito!
Mas entendo seu ponto de vista, amiga, claro que entendo essa vontade da partilha...já eu penso na partilha de outra forma, ou seja, quanto mais livros se vendem, mais escritores têm a chance...Beijos enormes...se for dar alguns dos teus, podes dá-los à mim, aceitarei de muito bom grado, feliz da vida! hehehe

Glorinha L de Lion disse...

Bombom, querida, tb li muitos livros da Condessa de Segur...lembraste-me dela agora!
Que inteligente tu já eras, hein? fizestes uma troca justa e muito boa para ambas. Adorei saber dessa tua estória, digna de um romance...muito lindo isso, e, aguarda minha amiga, não vejo a hora em que meus amigos tenham os meus livritos entre as mãos...Beijos minha querida e doce amiga,

Maria Helena disse...

Olá, minha amiga!

O livro é uma casa que me recolho frequentemente. Eu gosto tanto de livros que leio vários ao mesmo tempo. Agora estou lendo quatro. Leio um pouco de cada um diariamente e aí me revisto de várias roupagens.
É interessante essa viagem!
Na infância eu, de tão pobre, não podia comprar livros. Copiava as lições pelos livros dos colegas. Talvez venha daí esse comportamento inusitado. É como se eu tivesse sede de ler.
Amo livros, amo livraria, amo cheiro de livros novos...Obrigada por me proporcionar essa catarse!
Bjs!

Patrícia Lerbarch disse...

Olá Glorinha,

Me encantei com seu texto e adorei a semelhança em "não emprestar livros". Tb morro de ciúme dos meus. Vc acredita q tem gente q não entende esse nosso amor???

Bjo carinhoso e obrigada pela visita.

Taia Assunção disse...

Nossa glorinha...vi minha menina mais velha na sua descrição sobre sua relação com os livros. Ela morre de ciúmes deles. Terminei de ler o da Isabel e também um do Luís Fernando Veríssimo...sobrou Empire os Sand de Robert Ryan, mas em inglês...tô pensando em tentar lê-lo. Marido tem alguns títulos do Dan Brown em inglês, mas eu não me interesso muito pelos livros dele. Verei como vou fazer nesses dois meses de Congo. Adorei seu comentário lá no blog. Sabe que nem tinha reparado no "chiqueiro" do post...rsrsrsrsrs. Menina, esse desodorante passa dos R$70,00 aí no Brasil, pago menos de R$30,00 por aqui...sem contar que dura mais de três meses e a fixação é ótima. Para os perfumes, procuro comprar miniaturas de 5mL para ir testando os que mais gosto e depois comprar em frascos maiores. Normalmente uso Água de toalete que é mais fraca, mas há tempos namoro o J'adore...eis que chegou o momento dele...rsrsrsrs. Mulé, marido comprou dois potão de sorvete...quem aguenta? Ele é um verdadeiro sabotador. Beijocas!

Glorinha L de Lion disse...

Querida Maria Helena, livros são uma das melhores coisas da vida, não é? tb adoro sentir-lhes o cheiro, manuseá-los e, assim como vc, leio 3 ou 4 ao mesmo tempo...tem quem me chame de doida! Sou não! hehe beijos,

Glorinha L de Lion disse...

Oi Patrícia, tem muitas pessoas que acham que é egoísmo não querer dar os livros que já lemos. Não, não se trata disso...se trata de um sentimento de amor incomensurável pelo objeto em si e não horror pela partilha, tanto que compro e dou um igual, assim ajudo aos escritores, que, como eu, precisam de uma chance. Obrigada por vir ao meu café! beijos,

Taia Assunção disse...

Que "ODEO" desse blogger...acho que perdi meu comentário. Havia escrito que achei sua descrição da relação com seus livros muito parecido com o que acontece lá em casa com a menina mais velha. Terminei de ler o livro da Isabel e "Os espiões" de Luis Fernando Veríssimo. Agora só me restam os livros em inglês de Dan Brown (não me interesso muito) e Empire of Sand de Robert Ryan também em inglês...acho que terei que encarar esse último porque me restam poucas opções em português e ainda tenho dois meses pela frente de Congo. Delícia olhar essa imagem do post abaixo e imaginar que já tive a honra de observar essa torre in loco...Adorei seu comentário lá no blog Glorinha. Sabe que nem tinha reparado no "chiqueiro" do post...rsrsrsrsrs. Menina, esse desodorante passa dos R$70,00 aí no Brasil, pago menos de R$30,00 por aqui...sem contar que dura mais de três meses e a fixação é ótima. Para os perfumes, procuro comprar miniaturas de 5mL para ir testando os que mais gosto e depois comprar em frascos maiores. Normalmente uso Água de toalete que é mais fraca, mas há tempos namoro o J'adore...eis que chegou o momento dele...rsrsrsrs. Mulé, marido comprou dois potão de sorvete...quem aguenta? Ele é um verdadeiro sabotador. Beijocas!

Cucchiaio pieno disse...

Querida amiga
E' muito lindo te imaginar criança, com esse amor pela leitura. Vivo sem muitas coisas, mas nao sem a leitura!
Eu também tenho ciúmes dos meus livros e por emprestar ja' perdi muitos!
As pinturas sao lindas.
Um grande abraço dessa amiga que te adora. Muito obrigada pelo carinho
Léia

Cucchiaio pieno disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Glorinha L de Lion disse...

Oi Taia querida, seu comentário saiu sim, viu? Pois foi, teu post saiu chiquérrimo...Eu tb andava doida pelo tal perfume e genrinho me deu de presente...ô genrinho bom esse que eu arranjei menina!
Então tua filha é igual à mim? pois é sou um ciúme só de meus objetos sagrados, meus livros, beijocas,

Glorinha L de Lion disse...

Oi Leinha, amore mio, que bom que está de volta...tá tudo bem agora, né?
Pois é amiga, desde pequena vivo agarrada nos livros...coisa de louco, sou assim até hj...se tivesse mais dinheiro ia comprara livros todas as semanas. Adoro! E hj em dia é um dos poucos prazeres que tenho, ler e ewscrever! beijos querida,

Taia Assunção disse...

Põe genro bom nisso, é ótimo quando eles chegam para agregar. Pois é, filhota assim como você, é leitora assídua e os livros para ela também são sagrados. Mas não escreve, pelo menos por enquanto ainda não despertou. Estuda psicologia, então além dos textos acadêmicos lê simultaneamente mais uns dois livros...rsrsrsrs. Fico só observando e babando. Beijocas!

♕Miss Cíntia Arruda Leite ღ disse...

Glorinha querida!! Voltei!!

Amei esse post, realmente os livros nos fazem viajar e com certeza, tudo que você escreve nos transporta a um outro lugar. Que o seu talento cresça cada dia mais, estou na sua torcida!!

beijos

Glorinha L de Lion disse...

Pois é Taia, isso mesmo, a palavra é essa: agregar, tem gente com esse poder agregador. Meu novo genro é assim e a família dele tb. Que bom, estou tão feliz pela minha filha! Beijos,

Glorinha L de Lion disse...

Oi Cíntia querida, saudades de vc! Fica na torcida sim, qq hora vai estar com um dos meus nas mãos! Vamos que vamos, estou com muita esperança! beijos,

Nilce disse...

Oi Glorinha

Os livros são uma magia onde cada um que lê consegue o fazer diferente.
São mesmo portas mágicas que nos levam ao mundo da imaginação, do encantamento, do ímpeto, do amor e todos os sentimentos e sensações.
Um dia entraremos em suas portas e viver contigo esse sonho, magia e encantamento de seu escritos.
Tenho certeza disso.

Bjs no coração!

Nilce

pensandoemfamilia disse...

Oi Glorinha
Também considerado os livros portas que nos levam a mundos a serem descobertos através de suas páginas. Gosto muito de ler e de comprar livros. Alguns são de cabeceira e outos empresto, várias vezes, com o passaport de ida e volta.
Sei do seu desejo de publicar livros e vai chegar lá, mas , hoje, vc já tem um público cativo que "devora" o que vc escreve, aqui no seu espaço.
bjs

Luma Rosa disse...

O livro é companheiro para as horas solitárias e quem gosta de ler, nunca se sente sozinho. Talvez eu tenha começado a gostar dos livros por isso e pelo incentivo da minha mãe. Ela preferia que estivéssemos na companhia dos livros do que das más companhias :) Na minha infância ia muito para a fazenda e lá ainda não tinha tv ou qualquer entretenimento na parte da noite. Seis horas era o horário que a casa se aninhava para prepararmos para o sono. Li muito à luz de gás e escrevia com grafite nos livros. No outro dia, quase não entendia, mas tudo bem! A minha memória sempre começou pelos dedos!
Glorinha, eu tenho certeza que você vai publicar o livro. Duvida? :) Beijus,

orvalho do ceu disse...

Olá, querida
Essa blogagem eu não conheci... não estava ainda nesse mundo virtual tão importante na atualidade...
E vc postou ricamente, como sempre!!!
Por falar em Coletivas, segue o meu convite carinhoso de mais uma pra VC...
Entra na roda com a gente!!!
Bjs fraternos e literários.

Glorinha L de Lion disse...

Ai Nilcita, minha querida, como tenho sonhado com essa partilha do meus escritos com todos os meus amigos...esse dia está perto, pressinto isso...beijos,

Glorinha L de Lion disse...

Se já tenho um público cativo eu não sei Norma...mas que tenho certeza que meus amigos vão gostar do que escrevi e contei em meus livros, isso tenho mesmo! E não é arrogância ou metidez, é porque falo e conto coisas que já fa.ei por aqui...ai que vontade de dizer sobre o que é...mas é segredo, absoluto! hehehe obrigada pela força, minha amiga, beijo grande!

Glorinha L de Lion disse...

Lumita, flor de luz! Pois é menina, nossas memórias de criança marcam muito a gente pra sempre né? Que bonito isso que acaba de me contar...escrever com grafite no escuro...tb escrevo à lápis nos meus livros, ideias, o que entendi, confabulo com ele o tempo todo...tenho uma relação muito íntima e pessoal com meus livros, por isso não gosto de emprestá-los. às vezs duvido sim Lumita, embora às vezes ache que vou conseguir, mas tá difícil amiga, mas não perco a esperança! Beijos à luz de velas....

Glorinha L de Lion disse...

Rosélia, estou tão sem tempo...só consigo participar de blogagens de um dia só...então já está de volta? Que bom, fico feliz que esteja bem...beijos,

Alexandre Mauj Imamura Gonzalez disse...

tem gente que é a profissão, a arte que escolheu seguir. vc é o livro, vc tem a essência de um livro.
da mesma maneira que um dj ama seus discos, vc, como produtora de textos sente amor pelas palavras grafadas.

E realmente livro, se é algo assim tão amado por vc, não deve ser emprestado. porque é algo sagrado pra vc.

os japas chamam essas coisas amadas de "daiji". qdo algo é "daiji" pra pessoa, todo mundo sabe que é algo só dela, muito amado, que ninguém deve mexer. E muito menos julgar o motivo da pessoa amar tanto aqueles objetos.

cada um escolhe registrar sua alma de algum jeito, o seu está nas palavras.
E quem reclamar, entregue um endereço da biblioteca próxima, lá é lugar de emprestar muitos livros hahah
bjs

Alessandro Martins disse...

Valeu pela participação!

Estou positivamente impressionado com o número de comentários recebidos. Tenho certeza de que conseguirá publicar o seu livro. Sugiro que tente iniciativas como o Clube de Autores.

Convido para a nova blogagem coletiva. Desta vez o tema é Meu Personagem Favorito de Livro: http://migre.me/3TwQ1

Se puder participar novamente, será muito legal!

Elaine Maciel disse...

Oi Glorinha, gostei muito da sua resposta. Talvez por ser escritora também sua reflexão foi mais completa!!

Um beijo

Glorinha L de Lion disse...

Pois é Alê, vc compreendeu minha essência...rsrs. Isso mesmo, os livros são meus daijis! E pronto, que ninguém mais me peça livros emprestados, ouviu Betita? hehehe beijos querido,

Glorinha L de Lion disse...

Oi Alessandro, legal que tantos tenham participado! Vou participar sim, se me for possível, obrigada pelo convite! Obrigada pela força, mas estou tentando publicar de outro jeito...Beijos,

Glorinha L de Lion disse...

Oi Elaine, obrigada, benvinda ao meu café. beijinhos,

Socorro Melo disse...

Emocionante, Glorinha! E é essa a sensação, que sinto ao ler um livro, a de entrar por uma porta mágica, e desvendar os mistérios de um mundo encantado.
Livros, pra mim, também são sagrados.
Ler um livro, é viver uma grande aventura.
Quero ter o prazer de me encantar, com o seu livro.

Grande abraço
Socorro Melo